Breve Análise do Market Share de Mobile Boradband no Brasil
Estou voltando a um dos meus temas favoritos, a análise de performance, ou desempenho. Aqui, pretendo ser bem sucinta, portanto, olhem os gráficos abaixo.
No ano de 2005 tive acesso a um material denominado: SPRINT PCS Quality Handbook. Este material chamava a atenção para um indicador muito importante e que durante décadas serve como um mantra para esta prestadora: O indicador de participação de mercado, ou market share.
Este indicador é um reflexo direto funcionamento da estratégia da empresa e reflete a qualidade percebida por seus clientes (lembrando que a má qualidade leva ao churn ou troca de prestadora). Ressalto que a qualidade dos serviços de banda larga móvel no Brasil não é item constante do Plano Geral de Metas de Qualidade dos contratos de autorização do SMP, não sendo regulada ou fiscalizada pela ANATEL. Portanto o mercado destes serviços está sujeito simplesmente ao Laissez-faire, ao liberalismo econômico, ou seja, é regulado pela lei da oferta e da demanda.
No ano de 2005 tive acesso a um material denominado: SPRINT PCS Quality Handbook. Este material chamava a atenção para um indicador muito importante e que durante décadas serve como um mantra para esta prestadora: O indicador de participação de mercado, ou market share.
Este indicador é um reflexo direto funcionamento da estratégia da empresa e reflete a qualidade percebida por seus clientes (lembrando que a má qualidade leva ao churn ou troca de prestadora). Ressalto que a qualidade dos serviços de banda larga móvel no Brasil não é item constante do Plano Geral de Metas de Qualidade dos contratos de autorização do SMP, não sendo regulada ou fiscalizada pela ANATEL. Portanto o mercado destes serviços está sujeito simplesmente ao Laissez-faire, ao liberalismo econômico, ou seja, é regulado pela lei da oferta e da demanda.
Trazendo este indicador para os dias atuais e tomando os dados que as próprias prestadoras informam à ANATEL, vemos um cenário muito interessante desenhado nos gráficos abaixo, que espelha os resultados das diversas estratégias para este nicho.
Como não acredito que nenhuma das prestadoras tenha como estratégia competitiva diminuir sua participação de mercado para a banda larga móvel nacional, aí vai a minha dica: Atenção ao indicador!
1. CLARO - 36,75%, com 9.393.697 acessos;
2. VIVO - 32,50% com 8.307.207 acessos;
3. TIM - 26,11% com 6.675.490 acessos;
4. OI - 4,24% com 1.082.609 acessos.
CTBC e SERCOMTEL, com participação elevada no cenário local, detêm 0,5% do market share nacional.
Considerações:
1) Os dados mostrados nos gráficos foram colhidos do sistema interativo de controle do número de estações móveis da ANATEL (SMP) que é aberto ao público;
2) Foram considerados os acessos com capacidade de transmissão de dados em banda larga móvel, a saber, os modems de dados e os terminais UMTS (WCDMA) com suas evoluções presentes no mercado nacional (HSPA, HSDPA, HSUPA). Os terminais GSM com GPRS ou EDGE sem as funcionalidades do 3G não estão sendo considerados na presente análise;
3) Mais informações em www.anatel.gov.br
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